-Porque eu sinto a tua falta.
Porque voltei a chorar todos os dias, porque por muitos esforços que faça nao consigo.
Tenho saudades, até de rir contigo, e de te trincar quando te metias comigo. EU TENHO SAUDADES POW. Porque? Porque que nao podemos esquecer o passado? Porque?
Apareces nos meus sonhos todos os dias. Eu tenho saudades tuas, mais do que saudades.Porque quando olho e falo para ti, vejo elas a gozarem comigo porque os meus olhos estão a brilhar. Sinto um nó na garganta por já não sentires nada por mim. É dificil levantar-me da cama de manha. 74 dias, 2 meses e 11 dias, sim eu estou infeliz. E tento levantar-me do chao, até á força, mas nao consigo.
Queria que esquece-ses o passado, e vivesses comigo um presente novo e diferente. Sonho com isso todos os dias.
Nao me acredito que seja aquilo que tu disseste, porque se nao, nao custaria tanto estar á tua beira. Sim eu amote,.
Isto não é nennhum texto bonito, nem nada, é apenas um desabafo, um desabafo cansado e triste.
domingo, 24 de janeiro de 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
São vidas, São sonhos, São histórias. Sempre me convenceram que o conceito de felicidade era aproveitar a adolescencia, arranjar um homem decente, um emprego decente, ter filhos, e que só essas pessoas ficam, o resto vem e vai, e que tudo é efémero. Continuo sem acreditar nisso, acredito que o que é verdadeiro fica independentemente de tudo, estou cansada de julgar as pessoas pela aparência, estou cansada de ouvir criticas, estou cansada de ter de ser o que o Mundo acha que devo ser.
Fui-me abaixo por o que não deveria ter ido, não sorri para a vida, não sorri para ninguém, revoltei-me com o meu próprio Mundo sem razões, apenas estava cansada, irritada. Queria chorar, queria chorar muito. Queria chorar porque já não sabia sorrir.
Hoje olho para trás e vejo o que cresci, o que aprendi, chegando ao ponto de me rir sozinha, depois olho para a frente e sorrio, sorrio para a minha vida, e para todas as pessoas que no fim foram verdadeiras, e que no fim ficaram. E posso não ter a vida Perfeita mas sou feliz, porque não é com um homem decente, um emprego decente que o vou ser, Sou EU
-"Porque se eu nao fosse EU não gostava de ser mais ninguém."
Fui-me abaixo por o que não deveria ter ido, não sorri para a vida, não sorri para ninguém, revoltei-me com o meu próprio Mundo sem razões, apenas estava cansada, irritada. Queria chorar, queria chorar muito. Queria chorar porque já não sabia sorrir.
Hoje olho para trás e vejo o que cresci, o que aprendi, chegando ao ponto de me rir sozinha, depois olho para a frente e sorrio, sorrio para a minha vida, e para todas as pessoas que no fim foram verdadeiras, e que no fim ficaram. E posso não ter a vida Perfeita mas sou feliz, porque não é com um homem decente, um emprego decente que o vou ser, Sou EU
-"Porque se eu nao fosse EU não gostava de ser mais ninguém."
domingo, 13 de dezembro de 2009
Porque? Porque? Diz-me lá porque?
Dou por mim a dizer estas palavras, dou por mim revoltada e triste com uma simples coisa que já deveria estar mais do que habituada. Ainda me lembro de acordar durante a noite, e berrar.
Sai, vai-te embora! Sai dos meus sonhos! Porque que tens que me vir mostrar todas as recordações, porque?
E chorava, como se não houvesse amanha.
O tempo foi passando, as lágrimas diminuindo mas dor, bem a dor continua lá mas já não é mais por ter perdido a ti. É a saudade, a saudade do meu melhor amigo,aquele que já não sei, nem onde está, aquele que eu não sei se morreu, ou está escondido. De quem se ria feito tolo por eu dizer uma estupidez qualquer. Aquele que me abraçava, quando eu só queria cair ao chão, aquele que fazia tudo por tudo para não me ver chorar
Eu tenho saudades, mas o orgulho dos homens não muda, e tu continuas sem dar o braço a torcer. Eu só queria uma amizade nossa, não queria uma que se alarga a quinhentas mil e novecentas pessoas como foi o nosso passado.
No fim passa tudo, passa a raiva, o odio, a tristeza, o remorço, a ancia de vingança, as lagrimas, só ficam duas coisas.
Saudade e eternas recordações.
Fazes-me falta Pecas. Muita Falta.
Dou por mim a dizer estas palavras, dou por mim revoltada e triste com uma simples coisa que já deveria estar mais do que habituada. Ainda me lembro de acordar durante a noite, e berrar.
Sai, vai-te embora! Sai dos meus sonhos! Porque que tens que me vir mostrar todas as recordações, porque?
E chorava, como se não houvesse amanha.
O tempo foi passando, as lágrimas diminuindo mas dor, bem a dor continua lá mas já não é mais por ter perdido a ti. É a saudade, a saudade do meu melhor amigo,aquele que já não sei, nem onde está, aquele que eu não sei se morreu, ou está escondido. De quem se ria feito tolo por eu dizer uma estupidez qualquer. Aquele que me abraçava, quando eu só queria cair ao chão, aquele que fazia tudo por tudo para não me ver chorar
Eu tenho saudades, mas o orgulho dos homens não muda, e tu continuas sem dar o braço a torcer. Eu só queria uma amizade nossa, não queria uma que se alarga a quinhentas mil e novecentas pessoas como foi o nosso passado.
No fim passa tudo, passa a raiva, o odio, a tristeza, o remorço, a ancia de vingança, as lagrimas, só ficam duas coisas.
Saudade e eternas recordações.
Fazes-me falta Pecas. Muita Falta.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Eu quero-te agora.
Eu quero neste que tu me des a mão e confies em mim. Quero que me digas que ainda tens esperança. Quero que corras comigo para um sitio abrigado da chuva e te abraces a mim. Quero que venhas comigo contra tudo e todos até mesmo dos teus sentimentos, porque tens o teu sentido e queres sentir a felicidade, queres arriscar. Quero sentir a tua respiração ofegante no meu pescoço. Quero que me olhes nos olhos para eu te SORRIR E dizer que te AMO. Quero sentir o teu corpo no meu. Quero sentir que não existe mais ninguém no Mundo alem de nós. Quero que naquele momento não haja amanha para ninguém. Quero-te levar ao céu. Quero-te hoje e agora.
Curte a Vida, Arrisca.
RP <3
Curte a Vida, Arrisca.
RP <3
sábado, 14 de novembro de 2009
Floresta sem árvores.
Floresta sem árvores
Muito tempo passou, desde que te conheci, construímos um império de amor, onde pensava que estaria segura e que tu nunca sairias dali. Tive tudo o que uma Princesa poderia ter, tive até de mais. Estava no auge quando comecei a cair, quando comecei a não dar o valor real ao que tinha, demorei 5 meses a entender isso. Acho que perdi tudo já á muito tempo, simplesmente não queria admitir. Perdi a verdadeira magia, deixei-a fugir, deixando-te a ti desprotegido, magoando-te vezes sem conta. Deixei-te fugir á 5 meses. E hoje depois de te perder realmente e para Sempre é que entendi a falta que me fazes. Agora sou uma floresta sem árvores, sem o único sentimento que me preenchia. Só agora percebi que eu nunca te mereci, nem nunca hei-de merecer, mas mesmo assim peço PERDÃO mesmo sabendo muito bem que nem mil iguais chegavam para aquilo que te fiz sofrer. Não te vou pedir para voltares a amar uma coisa como eu, porque é algo que eu não mereço. Mas eu ainda acredito, um dia hei-de de crescer, e hei-de te fazer feliz e um dia hei-de merecer realmente ouvir um “Amote Princesa” da tua boca. Para já continuo uma floresta sem árvores, pois perdi, por minha culpa, a única luz da minha vida.
Erra-se, Sofre-se e Aprende-se, No fundo é base da vida.
Um mau dia, o pior dia.
Catarina Rocha, EU AMOTE.
Muito tempo passou, desde que te conheci, construímos um império de amor, onde pensava que estaria segura e que tu nunca sairias dali. Tive tudo o que uma Princesa poderia ter, tive até de mais. Estava no auge quando comecei a cair, quando comecei a não dar o valor real ao que tinha, demorei 5 meses a entender isso. Acho que perdi tudo já á muito tempo, simplesmente não queria admitir. Perdi a verdadeira magia, deixei-a fugir, deixando-te a ti desprotegido, magoando-te vezes sem conta. Deixei-te fugir á 5 meses. E hoje depois de te perder realmente e para Sempre é que entendi a falta que me fazes. Agora sou uma floresta sem árvores, sem o único sentimento que me preenchia. Só agora percebi que eu nunca te mereci, nem nunca hei-de merecer, mas mesmo assim peço PERDÃO mesmo sabendo muito bem que nem mil iguais chegavam para aquilo que te fiz sofrer. Não te vou pedir para voltares a amar uma coisa como eu, porque é algo que eu não mereço. Mas eu ainda acredito, um dia hei-de de crescer, e hei-de te fazer feliz e um dia hei-de merecer realmente ouvir um “Amote Princesa” da tua boca. Para já continuo uma floresta sem árvores, pois perdi, por minha culpa, a única luz da minha vida.
Erra-se, Sofre-se e Aprende-se, No fundo é base da vida.
Um mau dia, o pior dia.
Catarina Rocha, EU AMOTE.
domingo, 25 de outubro de 2009
Já lá vai quase um ano.
Estava um frio gélido na rua, eu encontrava-me dentro da cama, a olhar para o tecto branco e frio do meu quarto, a tentar arranjar razoes para me levantar da cama. Nunca as cheguei a encontrar. Era sexta feira, as aulas passaram relativamente rápido. Ao fim da tarde, saíra da escola á pressa, tinha combinada ir ao dentista com a minha mãe. Odiava aquelas consultas já não via a hora de tirar aquele maldito aparelho. Saí á pressa de lá, mas sem grande vontade, estava cansada, e ainda tinha de conseguir chegar a casa e virar morta viva em 3 minutos, pois a minha melhor amiga já me teria ligado 50x a dizer que estava em minha casa ás 8 para me ir buscar.
Cheguei ao local, e foi estranho, não por ser a noite de 31 de Outubro, onde nesta miserável terrinha lhe chamamos halloween, e não por a peruca da Mafalda ter caído varias vezes, foi aquela entrada, aquele lobisomen acorrentado, o mundo parou naquele preciso momento, tudo á minha volta parou, enfeitiçaram-me. Não sabia quem ele era, não sabia o nome, idade, nem cara, não sabia nada. Quando voltei á terra estava a ouvir Catarina a chamar-me para irmos para a sala do jantar, ainda estava abalada, mas entrei. Estava escuro, só existiam pequenas velas em cima da mesa, sentei-me no meio de um banco corrido, conversava com a Catarina, tentando-o encontrar no meio da escuridão. Nada, não sabia dele, não sabia do lobisomem do casaco da adidas, desisti de procurar. Depois de toda a gente ter comido, alguém estranho pegou no meu copo, eu olhei para cima, era ele, era o lobisomem, estava a olhar para mim, não sei a razão, mas estava, se calhar era por eu também estar a olhar fixamente para ele, aqueles olhos profundos, pensava que estava a sonhar. Quando dei por mim ele já tinha desaparecido no meio da multidão.
-"Bolas Catarina que parva, não podias ter ficado mais colada a ele pois não? Ao menos podias ter-lhe perguntado o nome. Porque que ele desaparece? Porque?"
Entre mil e um pensamentos, era hora da festa, e nós descemos.
Sentei-me no banco, não queria dançar, tinha vergonha, resignei-me a um canto a mandar sms. Voltei a velo, á minha frente, ali, Lindo, Perfeito.
-"Pára Catarina, estás a sonhar de mais, ele nunca irá reparar em ti."
Nada se passava, alem das pessoas á minha volta a dançar freneticamente, até que quase tinha um ataque quando ouvi uma voz grossa, mas meia cómica a dizer:Larga o telemóvel! Olhei para cima, era ele, ERA ELE!
-"Esquece Catarina, não te eludas"
Sorri, e voltei a olhar para o telemóvel, eles obrigaram-nos todos a ir dançar. Eu permanecia quieta de pé, a escrever mensagem, até que vi o meu querido telemóvel cor-de-rosa, desaparecer-me entre os dedos, foi ele. Corri atrás dele, até ele se fechar na casa de banho, meter la o numero dele, e dizer: Olha estou sem bateria, se quiseres manda mensagem.
-"Aiiiiiiiiiiiiii ele reparou em mim"
O resto é historia, dançamos, falamos, sorrimos, bastou uma semana para me apaixonar. Dia 7 de Novembro de 2008, eu encostei-me a ti, tu afagaste-me a cara e beijaste-me, como se não houvesse amanha. Dia 8 começamos a namorar.
Já lá vai quase um ano, eu agora tenho razoes para me levantar da cama. Eu amo-o, e preciso dele.
Estava um frio gélido na rua, eu encontrava-me dentro da cama, a olhar para o tecto branco e frio do meu quarto, a tentar arranjar razoes para me levantar da cama. Nunca as cheguei a encontrar. Era sexta feira, as aulas passaram relativamente rápido. Ao fim da tarde, saíra da escola á pressa, tinha combinada ir ao dentista com a minha mãe. Odiava aquelas consultas já não via a hora de tirar aquele maldito aparelho. Saí á pressa de lá, mas sem grande vontade, estava cansada, e ainda tinha de conseguir chegar a casa e virar morta viva em 3 minutos, pois a minha melhor amiga já me teria ligado 50x a dizer que estava em minha casa ás 8 para me ir buscar.
Cheguei ao local, e foi estranho, não por ser a noite de 31 de Outubro, onde nesta miserável terrinha lhe chamamos halloween, e não por a peruca da Mafalda ter caído varias vezes, foi aquela entrada, aquele lobisomen acorrentado, o mundo parou naquele preciso momento, tudo á minha volta parou, enfeitiçaram-me. Não sabia quem ele era, não sabia o nome, idade, nem cara, não sabia nada. Quando voltei á terra estava a ouvir Catarina a chamar-me para irmos para a sala do jantar, ainda estava abalada, mas entrei. Estava escuro, só existiam pequenas velas em cima da mesa, sentei-me no meio de um banco corrido, conversava com a Catarina, tentando-o encontrar no meio da escuridão. Nada, não sabia dele, não sabia do lobisomem do casaco da adidas, desisti de procurar. Depois de toda a gente ter comido, alguém estranho pegou no meu copo, eu olhei para cima, era ele, era o lobisomem, estava a olhar para mim, não sei a razão, mas estava, se calhar era por eu também estar a olhar fixamente para ele, aqueles olhos profundos, pensava que estava a sonhar. Quando dei por mim ele já tinha desaparecido no meio da multidão.
-"Bolas Catarina que parva, não podias ter ficado mais colada a ele pois não? Ao menos podias ter-lhe perguntado o nome. Porque que ele desaparece? Porque?"
Entre mil e um pensamentos, era hora da festa, e nós descemos.
Sentei-me no banco, não queria dançar, tinha vergonha, resignei-me a um canto a mandar sms. Voltei a velo, á minha frente, ali, Lindo, Perfeito.
-"Pára Catarina, estás a sonhar de mais, ele nunca irá reparar em ti."
Nada se passava, alem das pessoas á minha volta a dançar freneticamente, até que quase tinha um ataque quando ouvi uma voz grossa, mas meia cómica a dizer:Larga o telemóvel! Olhei para cima, era ele, ERA ELE!
-"Esquece Catarina, não te eludas"
Sorri, e voltei a olhar para o telemóvel, eles obrigaram-nos todos a ir dançar. Eu permanecia quieta de pé, a escrever mensagem, até que vi o meu querido telemóvel cor-de-rosa, desaparecer-me entre os dedos, foi ele. Corri atrás dele, até ele se fechar na casa de banho, meter la o numero dele, e dizer: Olha estou sem bateria, se quiseres manda mensagem.
-"Aiiiiiiiiiiiiii ele reparou em mim"
O resto é historia, dançamos, falamos, sorrimos, bastou uma semana para me apaixonar. Dia 7 de Novembro de 2008, eu encostei-me a ti, tu afagaste-me a cara e beijaste-me, como se não houvesse amanha. Dia 8 começamos a namorar.
Já lá vai quase um ano, eu agora tenho razoes para me levantar da cama. Eu amo-o, e preciso dele.
-"Amar faz as pessoas chegarem perto do céu, eu já chegei
ás estrelas." (:
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
É muito difícil, é extremamente difícil escrever em simples linhas algo que consegue significar mais do que um mundo. É difícil, porque estamos a fazer magia, pura magia. O que ambos sentimos neste momento é magia, uma magia dourada, cor-de-rosa, azul-turquesa, e verde alface. É causa das borboletas que voam dentro de mim, que voam dentro de ti, que voam dentro de quem criou verdadeira magia. Ela possui-nos, como ninguém nos consegue possuir, faz-nos acreditar no impossível, faz-nos ir ao céu, e no fim se te entregares de corpo e alma, ser feliz, porque a base da felicidade é cair nas tentações, é cair na loucura. Eu fui possuída, e entreguei-me de corpo e alma, agora estou feliz muito feliz, porque alguém a meio da noite, chegou á beira do meu ouvido e disse: -“É amor, é amor verdadeiro”.
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